Montanha

Serra Branca
Quixadá

Tempo de Trilha: 20 min - Trilha de volta: 3 h
Descrição: Para fazer esta via há necessidade de uma boa logística, principalmente quanto ao deslocamento. São necessários pelo menos dois meios de transportes.

Siga pela estrada que vai para o Povoado do Boto, todos vão até o ponto inicial, em uma casa próxima à base, na Fazenda Serra Branca (Fazenda do Senhor Marcelino), que fica em frente à Fazenda Japão. A partir daí, os dois veículos se deslocam, apenas com os motoristas, até o estacionamento (uma casa próxima ao final da trilha de descida, cerca de 2,5 Km depois do ponto inicial), um dos veículos fica lá, obrigatoriamente com água para o final da empreitada, o outro volta para o ponto inicial com os dois motoristas.

Inicia-se a caminhada pela estrada em direção à Quixadá, até uma porteira de arame farpado à esquerda. Deste ponto já é possível avistar a aresta por onde segue a via. Após passar pela porteira, continue por uma laje de pedra óbvia, em direção a uma grande árvore copada, que serve como referência do início da via, sendo que, após o término desta laje, não há trilha, é quase certo que você precise melhorar o acesso pelo meio do mato. Guie-se sempre pela árvore, até chegar a um emaranhado de mandacarus e macambiras (plantas com folhas pontiagudas e espinhosas).

É altamente recomendado levar o croqui e nuts de cabo, pois há parabolts sem as chapeletas em alguns pontos da via.

A descida: há duas opções, por trilha ou rapel.

Por trilha: Ao terminar a via, a trilha de volta segue pela crista da montanha em laje de pedra, até atingir a vegetação típica de caatinga, entre nesta vegetação até encontrar um bloco de pedra que termina em um abismo, contorne-o pela direita e continue a trilha sempre pela crista, até encontrar uma grande pedra em forma de navio, meio encoberta pela vegetação, mais uma vez, continue pela crista. Neste ponto você perceberá a estrada e alguns açudes do seu lado esquerdo, mas mantenha-se caminhando pela crista, que vai naturalmente para a direita, até atingir uma grande laje de pedra, a partir daqui a trilha é óbvia, siga por ela até uma cerca, atravesse um terreno que pode estar alagado em certas épocas do ano, chegue até a estrada e caminhe por esta até o estacionamento onde foi deixado o transporte no início do dia.

Por rapel:

Por esta opção você evita a logística complicada com dois transportes. Estaciona na casa mais à frente da entrada da trilha e volta caminhando em direção à base da via.

Na descida você fará um rapel de 30 m, o primeiro, e dez de 50 m. A partir do segundo, obrigatoriamente, com duas cordas.

Inicie a escalada bem cedo, pois o sol castiga bastante, principalmente na volta pela trilha. Leve pelo menos três litros de água por pessoa, além da que, obrigatoriamente, deverá ficar no carro deixado no estacionamento ao final da trilha. Não esqueça dos óculos escuros, protetor solar, chapéu ou boné. Um calçado fechado, calças e camisas de mangas compridas são recomendadas, pois lá o que não pinica, coça ou arde :) Para fazer esta via há necessidade de uma boa logística, principalmente quanto ao deslocamento. São necessários pelo menos dois meios de transportes.

Siga pela estrada que vai para o Povoado do Boto, todos vão até o ponto inicial, em uma casa próxima à base, na Fazenda Serra Branca (Fazenda do Senhor Marcelino), que fica em frente à Fazenda Japão. A partir daí, os dois veículos se deslocam, apenas com os motoristas, até o estacionamento (uma casa próxima ao final da trilha de descida, cerca de 2,5 Km depois do ponto inicial), um dos veículos fica lá, obrigatoriamente com água para o final da empreitada, o outro volta para o ponto inicial com os dois motoristas.

Inicia-se a caminhada pela estrada em direção à Quixadá, até uma porteira de arame farpado à esquerda. Deste ponto já é possível avistar a aresta por onde segue a via. Após passar pela porteira, continue por uma laje de pedra óbvia, em direção a uma grande árvore copada, que serve como referência do início da via, sendo que, após o término desta laje, não há trilha, é quase certo que você precise melhorar o acesso pelo meio do mato. Guie-se sempre pela árvore, até chegar a um emaranhado de mandacarus e macambiras (plantas com folhas pontiagudas e espinhosas).

É altamente recomendado levar o croqui e nuts de cabo, pois há parabolts sem as chapeletas em alguns pontos da via.

A descida: há duas opções, por trilha ou rapel.

Por trilha: Ao terminar a via, a trilha de volta segue pela crista da montanha em laje de pedra, até atingir a vegetação típica de caatinga, entre nesta vegetação até encontrar um bloco de pedra que termina em um abismo, contorne-o pela direita e continue a trilha sempre pela crista, até encontrar uma grande pedra em forma de navio, meio encoberta pela vegetação, mais uma vez, continue pela crista. Neste ponto você perceberá a estrada e alguns açudes do seu lado esquerdo, mas mantenha-se caminhando pela crista, que vai naturalmente para a direita, até atingir uma grande laje de pedra, a partir daqui a trilha é óbvia, siga por ela até uma cerca, atravesse um terreno que pode estar alagado em certas épocas do ano, chegue até a estrada e caminhe por esta até o estacionamento onde foi deixado o transporte no início do dia.

Por rapel:

Por esta opção você evita a logística complicada com dois transportes. Estaciona na casa mais à frente da entrada da trilha e volta caminhando em direção à base da via.

Na descida você fará um rapel de 30 m, o primeiro, e dez de 50 m, a partir do segundo, obrigatoriamente, com duas cordas.

Inicie a escalada bem cedo, pois o sol castiga bastante, principalmente na volta pela trilha. Leve pelo menos três litros de água por pessoa, além da que, obrigatoriamente, deverá ficar no carro deixado no estacionamento ao final da trilha. Não esqueça dos óculos escuros, protetor solar, chapéu ou boné. Um calçado fechado, calças e camisas de mangas compridas são recomendadas, pois lá o que não pinica, coça ou arde :) Para fazer esta via há necessidade de uma boa logística, principalmente quanto ao deslocamento. São necessários pelo menos dois meios de transportes.

Siga pela estrada que vai para o Povoado do Boto, todos vão até o ponto inicial, em uma casa próxima à base, na Fazenda Serra Branca (Fazenda do Senhor Marcelino), que fica em frente à Fazenda Japão. A partir daí, os dois veículos se deslocam, apenas com os motoristas, até o estacionamento (uma casa próxima ao final da trilha de descida, cerca de 2,5 Km depois do ponto inicial), um dos veículos fica lá, obrigatoriamente com água para o final da empreitada, o outro volta para o ponto inicial com os dois motoristas.

Inicia-se a caminhada pela estrada em direção à Quixadá, até uma porteira de arame farpado à esquerda. Deste ponto já é possível avistar a aresta por onde segue a via. Após passar pela porteira, continue por uma laje de pedra óbvia, em direção a uma grande árvore copada, que serve como referência do início da via, sendo que, após o término desta laje, não há trilha, é quase certo que você precise melhorar o acesso pelo meio do mato. Guie-se sempre pela árvore, até chegar a um emaranhado de mandacarus e macambiras (plantas com folhas pontiagudas e espinhosas).

É altamente recomendado levar o croqui e nuts de cabo, pois há parabolts sem as chapeletas em alguns pontos da via.

A descida: há duas opções, por trilha ou rapel.

Por trilha: Ao terminar a via, a trilha de volta segue pela crista da montanha em laje de pedra, até atingir a vegetação típica de caatinga, entre nesta vegetação até encontrar um bloco de pedra que termina em um abismo, contorne-o pela direita e continue a trilha sempre pela crista, até encontrar uma grande pedra em forma de navio, meio encoberta pela vegetação, mais uma vez, continue pela crista. Neste ponto você perceberá a estrada e alguns açudes do seu lado esquerdo, mas mantenha-se caminhando pela crista, que vai naturalmente para a direita, até atingir uma grande laje de pedra, a partir daqui a trilha é óbvia, siga por ela até uma cerca, atravesse um terreno que pode estar alagado em certas épocas do ano, chegue até a estrada e caminhe por esta até o estacionamento onde foi deixado o transporte no início do dia.

Por rapel:

Por esta opção você evita a logística complicada com dois transportes. Estaciona na casa mais à frente da entrada da trilha e volta caminhando em direção à base da via.

Na descida você fará um rapel de 30 m, o primeiro, e dez de 50 m, a partir do segundo, obrigatoriamente, com duas cordas.

Inicie a escalada bem cedo, pois o sol castiga bastante, principalmente na volta pela trilha. Leve pelo menos três litros de água por pessoa, além da que, obrigatoriamente, deverá ficar no carro deixado no estacionamento ao final da trilha. Não esqueça dos óculos escuros, protetor solar, chapéu ou boné. Um calçado fechado, calças e camisas de mangas compridas são recomendadas, pois lá o que não pinica, coça ou arde :)


Coordenadas: Clique no formato de arquivo correspondente para baixá-lo. Para arquivos .gtm você precisará do GPS TrackMaker e para .gdb o MapSource, da Garmin.

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