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O uso de fitas de nylon, tubulares ou planas, começou a ser amplamente difundido por todo o mundo a partir dos anos 70, no Brasil também vêm sendo usadas desde então, junto com elas os elásticos.

Como solteiras, estribos, em escaladas de dificuldade e até mesmo em ancoragens, mas principalmente elas são ótimas para diminuir o atrito causado por travessias e zig-zags, além de muitas outras utilidades, as fitas são leves e versáteis, porém é com um pouco mais de energia que peço a todos, até para aqueles mais experientes e que como eu até então, estavam acostumados a tal procedimento: muito cuidado e atenção, e, neste caso até algumas restrições, para a utilização de elásticos (principalmente do tipo STRING da Petzl) em fitas longas. A minha recomendação é para que os elásticos sejam usados apenas em costuras do tipo expressa, de até 40 cm no máximo, e que por tanto não precisem ser dobradas para serem levadas no baudrier.

Esse aviso é para todos, mas principalmente para quem costuma dobrar a fita dando uma volta com esta e clipando primeiro por dentro do mosquetão reto, e então a fita é passada no curvo, desta forma uma costura longa é dobrada ao meio, o que pode resultar em imenso potencial de perigo caso a fita seja clipada primeiro no mosquetão curvo (ou preso pelo STRING), conforme pode ser facilmente percebido no desenho que segue:

Fonte: Lista de Discussão da FEMERJ
Escrito por Guilherme Brito


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